A poeira paira no ar do Centro do Rio como a fumaça dos fogos do Réveillon de Copacabana. Mas o clima não é de festa para os que vêem os destroços dos três prédios que desabaram na noite de 25 de janeiro no quarteirão do Teatro Municipal.
Toda a área foi interditada e aqueles que se depararam com a tragédia ao chegar para trabalhar ficaram a assistir as ações dos bombeiros e guardas que, utilizando mascaras, tentavam contornar o caos da situação. Em todo o canto se viam repórteres entrevistando e se beneficiando da tragédia alheia.
Pessoas chorando pela perda de um parente, outros chorando pela perda de emprego, tinham até pessoas debulhando-se em lagrimas por terem conseguido escapar ileso. Mas em todos os lados se viam semblantes assustados e querendo respostas que até agora não foram encontradas nos escombros.
André dos Santos, ascensorista que trabalhava no prédio ao lado dos que caíram, diz estar com uma tristeza imensa ao “ver o trabalho de muitos amigos que trabalhavam no local ser jogado prédio abaixo, mas fica feliz de não ter perdido nenhum conhecido no acidente”.
A tragédia no centro do rio chamou a atenção de todo mundo, tendo reportagens em veículos da mídia internacional, como CNN e BBC. Até o momento os números são de cinco mortos, seis feridos e vinte e um desaparecidos. E mesmo sendo um numero incerto de vitimas e sem causa para o acidente, a esperança continua.























meu caro amigo,vou ter dizer que essa tragedia mexeu muito comigo,porque um desses predios q ciau no centro,eu com o gbcr se apresentamos e m um deles,e conhecemos muitas pessoas que tinha um plano de vida melhor…..elha,eu quando vi a noticia no primeiro dia,doeu muito meu coração e quase chorei,ainda estou muito triste,mas estou levando a vida.